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Tatuagem: tanta coisa em comum…

Captura de Tela 2013-07-12 às 11.16.54Desde criança, gosto muito de tatuagens. Meu pai ficava louco e minha mãe não dava bola. Com 13 anos já tinha brinco na orelha e esperava, ansiosamente, chegar meus 18 anos para enfim fazer minha primeira tatuagem. Hoje, aos 30, tenho cinco e certamente ainda estou muito longe de parar.

É engraçado como algumas coisas são comuns para pessoas que gostam de tatuagem, mesmo que elas nunca tenham conversado ou sequer saibam da existência uma das outras. Lendo uma excelente reportagem no caderno Donna, suplemento feminino do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, algumas palavras pareciam sair da minha boca.

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Olho aberto!

lobo-cordeiro
Ontem a tarde, durante um compromisso profissional, vi um rapaz muito jovem defendendo o uso de tortura como instrumento de inquérito policial. Ele continuou afirmando tratar-se de uma ferramenta extremamente útil, mas que não existe pelo fato de que este é o preço a ser pago por viveremos em uma democracia, que ele diz não ter certeza de que existe.
Alguns quilômetros dali os manifestantes começavam a se reunir para protestar e engrossar um movimento nacional que discute temas locais, aqui, leia-se as tarifas do transporte público.

Os dois amores de Vitório

Play it again sam, casablanca,

*Autor convidado – Khalil

 

Saiu do alfaiate com um pacote debaixo do braço e ao entrar no carro colocou-o no banco de trás, ao lado das flores que tinha comprado minutos antes. Eram rosas vermelhas que tinham a companhia de um cartão que dizia: “Desisto. O nome deste ritual é saudade”, assinado Rick Blaine.

Antes de dar a partida no veículo, Vitório tirou uma fita K7 do bolso, colocando-a no aparelho. Com um misto de melancolia e mágoa, ordenou: “Se ela agüentou, eu também agüento. Toque Sam”. E Dooley Wilson, o Sam, de Casablanca, estava naquele momento com sua voz cantando o eterno As Time Goes By, canção que por centenas de vezes ouvira com Luiza, a quem se destinavam as flores. Só que agora ele estava sozinho, invadido de saudade.

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A tensa – e feliz – história do iMortal

Nas laterais as marcas da resistência

Nas laterais e na parte superior as marcas da resistência…..

Uma história cheia de tensão, suspense, surpresas e vários heróis. Este poderia ser o texto de um teaser destes filmes que estreiam todo final de semana nos cinemas. Mas não é. Trata-se de uma história verídica.

No sábado (29) saímos Letania e eu com nossos dois amigos, Aristeu e Sophia, para jantarmos na Churrascaria do Alto da Glória, anexa ao Couto Pereira.

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Trilha Sonora da minha vida #2 – Everybody’s Talkin

midnightcowboy
Everybody’s Talking foi escrita e lançada por Fred Neil em 1966. Contudo, a música ganharia a eternidade três anos depois. Na voz de Harry Nilsson ela chegou ao segundo lugar no ranking da Billboard Adult Contempory e ganhou um Grammy neste ano. O motivo? O filme Perdidos na Noite, ou Midnight Cowboy, em seu título original.

Trilha sonora da minha vida #1 – Love Street

Casa de Jim and Pam

Casa de Jim e Pam

Love Street é uma canção baseada em um poema escrito por Jim Morrison. Foi lançada em 1968 no álbum Waiting for the Sun.

A música refere-se a rua na qual ele morava em Laurel Canyon, na Califórnia, com Pam, sua namorada. Lá eles ficavam sentados na varanda observando os hippies que passavam pela rua. A casa ainda continua no mesmo local, mas foi parcialmente destruída durante uma onda de incêndios criminosos em dezembro do ano passado. A varanda onde Jim e Pam costumavam ficar foi destruída.

Imagina só quando….

Estamos acostumados ver filmes de ficção científica e ficar imaginando quando – e se é que – algumas daquelas grandes invenções chegarão a ser, de fato, incorporadas em nosso dia-a-dia. Quem não espera ainda ver os tênis que amarram-se sozinhos do filme De Volta para o Futuro? Pelo menos as telas touch screen hoje já fazem parte do nosso dia-a-dia.

Mas existem filmes com histórias tão fantásticas que mexem com nosso imaginário e passam, inclusive, a ser referência para expressões cotidianas. Matrix foi um deles. Contudo, impossível imaginar esta ficção aliada a um estudo sério e científico. Mas é o que está acontecendo neste exato momento.

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O menor de todos os felinos é uma obra de arte


Arafat e Jéssica, os gatos gaúchos lá de casa.

“O menor de todos os felinos é uma obra de arte”,

Leonardo da Vinci. 

 

Vote… quem?

Neste sábado, caminhando dom Dona L. pelo centro da cidade, encontramos na Praça Osório uma manifestação muito bacana. Trata-se do Cavalete Parade.

Diversos artistas de ruas, mobilizados pelo Facebook, levaram suas obras de arte feitas com uma matéria prima em abundância devido à sazonalidade: cavaletes eleitorais.

Todos foram recolhidos após às 22h, horário limite para que os candidatos e suas equipes os retirem de circulação.

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O Bóson de Higgs e a essência da vida

Embora o projeto de criar o blog seja antigo, não posso negar que um dos principais motivadores para começar a escrever e dividir minhas opinião a cerca das mais variadas coisas foi o Saindo da Matrix. Um blog metafísico que propõe um olhar diferenciado sobre coisas da vida.

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