A Voz

Voz da consciência

Resultado de uma soma de esforços, ela se faz presente em nossas vidas.

Em alguns casos ela é bem interessante.

À medida que lemos um livro, um cartaz, um outdoor ouvimos uma voz interior.

Essa voz aparece, como que numa espécie de mutação, através das palavras lidas e da concretização do pensamento.

Podemos simular as vozes.

Podemos enganar ao imitar vozes.

Mas a única voz que não se consegue enganar é a voz da consciência.

Sempre presente no nosso exercício de livre arbítrio, ela nos traz a resposta imediata e correta.

Como é um exercício de livre arbítrio, podemos negá-la e agir de outro modo.

Cada escolha, uma consequência, uma lembrança.

A voz da consciência é aquela que algumas vezes se faz presente quando estamos a deitar a cabeça no travesseiro.

É através dela que sabemos se estamos certos em nossas convicções.

Dar ou não ouvidos à voz da consciência é um exercício de livre arbítrio.

Somos limitados pela matéria, logo, afetados também por ela.

Quando conceitos como ética e moral são trazidos, devemos observar nosso comportamento, afetado diretamente pela matéria.

A ética é o julgamento que se faz sobre o acontecimento moral do homem.

Para que haja uma conduta ética, é preciso antes de mais nada que exista um agente consciente.

É este agente que conhece a diferença entre o bem e mal, entre o certo ou errado.

Porque somos condicionados a julgar o outro?

Sim, condicionados. Basta observar à nossa volta se as coisas não acontecem de tal maneira, senão nos pressionar por um posicionamento?

Uma pergunta famosa visa apontar para as pessoas ao invés de apontar para as atitudes das pessoas.

A culpa é de quem?

O acesso à informação para o povo é de grande importância, mas a maneira como ela é passada é o segredo.

Gentileza gera gentileza.

Respeito é moeda de troca.

Compromisso com a verdade é dado pela voz da consciência, pelo comportamento ético, pelo exemplo nas atitudes.

E o exemplo é uma das formas de aprendermos.

Agora cabe somente a nós decidir o que fazer e arcar com as consequências das nossas escolhas.

Porque culpar o outro por uma decisão que você tomou é, no mínimo, infantil.

E com um detalhe: a voz da sua consciência vai lhe lembrar disso.

Abraços

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